Sabia que as cidades ficam com €uros que deveria receber no SEU IRS?
Nas grandes cidades como Lisboa, Porto, Oeiras e Cascais chega a ser de €2oo em média, isto porque as câmaras não abdicaram dos 5% do IRS do contribuinte. De quem é a culpa? Das câmaras ou dos governos? Do contribuinte não é certamente pois todos os meses vê delapidado o seu trabalho com uma alta fasquia para IRS e segurança social. Sem comentar para já o que usufruimos do dinheiro que vai para a segurança social, pois ficará para um outro post, já os descontos que fazemos para o IRS não deviam contemplar tudo? Que raio de país é este que passa o tempo a ir aos nossos bolsos? As câmaras passam a vida endividadas por causa das suas negociatas combinadas, com contratos feitos e refeitos, sempre entre os mesmos, a defender apenas e só os interesses de uns e de outros, mas nunca o do habitante honesto. Com obras e manobras que duplicam os orçamentos estimados, com contratações feitas sem recurso a concurso público. Porque será tudo isto? Ninguém se questiona? Ninguém intervêm? E o zé povinho lá anda descansado da vida... agarrado ao Halibut. Quando será que acordamos para a vida? Porque razão os vereadores e o próprio presidente não abdicam dos seus carros de luxo pagos por nós, e andam em carros mais económicos? Porque razão existem tantos motoristas para estes senhores? E seguranças? E assessores para isto e para aquilo? Vamos ser sérios!!!
Isto é o efeito da Lei das Finanças Locais, que permite que as câmaras baixem o IRS dos seus munícipes. Em 308 câmaras, apenas 44 decidiram aliviar a carga fiscal do contribuinte. O mais irónico desta história, deixem que vos diga, é que o grande impulsionador desta lei, foi António Costa, actual presidente da câmara municipal de Lisboa, uma das que não abdicará em nada dos seus 5%.
in Jornal de Negócios
Sunday, April 26, 2009
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Pois é, tendo em conta todo o dinheiro que as câmaras ganham, é interessante ver o quanto estão endividadas. E não nos podemos esquecer que além da fatia do IRS também vão buscar um valor, digamos, simpático, pelas habitações dos mesmos contribuintes, vulgo IMI. É sempre a somar mas a divida é sempre a aumentar. Há coisas fantásticas não há?
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